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Última atualização (Qua, 17 de Junho de 2009 00:35)

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congo_02_360.jpgO folclore musical de Vitória segue o ritmo das batidas do congo. E o mais tradicional congo da cidade segue no ritmo da Banda Amores da Lua.Do encontro entre um ferroviário, uma professora e um devoto de São Benedito nasceu a Banda de Congo Amores da Lua.

Era 20 de março de 1945, quando seu Alarico Azevedo, dona Jacinta Souza e seu Alfredo Manoel da Silva reuniram-se no então bairro Mulembá, atualmente Santa Marta, e criaram a banda.

Em 25 de dezembro do mesmo ano, com "congueiros" emprestados da Banda de Congo de Gurigica de Baixo, a Amores da Lua fez a
estréia na Festa de São Benedito e na Puxada de Mastro, eventos até hoje tradicionais em Santa Marta.


O céu emprestou o azul. A lua inspirou o branco. De azul e branco se veste a Amores da Lua. O batismo veio numa noite de luar
inebriante que, no terreiro de dona Maria Rosa, sogra de seu Alarico, iluminava o ensaio da banda. Essas cores também vestem
São Benedito, santo de devoção das bandas de congo.

A Amores da Lua se tornou símbolo vivo de tradição e até hoje, com mais de 50 anos, tem entre seus membros familiares de seus
fundadores. Atualmente, o comando da banda está com seu Reginaldo Barboza Sales, genro de seu Alarico, falecido em 1981.
O telefone de contato para apresentações é 2256806.

Festas religiosas

Conjunto musical típico das regiões litorâneas do Espírito Santo, a banda de congo toca e canta principalmente em festas
religiosas, como as de São Benedito, São Pedro, São Sebastião e Nossa Senhora da Penha.

São grupos compostos por pessoas simples, que utilizam instrumentos rudes feitos por eles mesmos com pau oco, barricas,
taquaras, peles de animais, folhas-de-flandres e ferro torcido.

Tambores, caixas, cuícas, chocalhos, casacas, ferrinhos ou triângulos, pandeiros. Ao som desses instrumentos, homens e
mulheres cantam velhas e tradicionais toadas, em que há referências à escravidão, à guerra do Paraguai, aos santos de
devoção popular, ao amor, à morte e ao mar.

São toadas marcadas pelo alongamento das vogais finais no fecho dos versos, o que confere um certo ar melancólico entre
as batidas de percussão.

Grupo do tradicional folclore capixaba, as bandas de congo aparecem registradas em documentos antigos.

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